Mundo
Guerra na Ucrânia
Partido de Putin apontado como vencedor nas eleições legislativas
Sem surpresas, o partido de Vladimir Putin, Rússia Unida, é apontado como o vencedor das eleições legislativas, com 57,5% dos votos.
De acordo a Comissão Eleitoral Central, após a contagem de 14% dos votos, o partido Rússia Unida contava com 57,5% dos votos, ao fim de três dias de votação realizada em plena guerra na Ucrânia.
O resultado já era esperado, visto que o único partido abertamente contra a guerra, o Labloko, foi impedido de concorrer pelo Supremo Tribunal russo.
Contra o partido Rússia Unida, de Putin, foram autorizados a concorrer os comunistas do KPRF, os nacionalistas do LDPR, os conservadores do Rússia Justa e os liberais do partido Novas Pessoas. Todos, em diferentes graus, secundam a guerra na Ucrânia, principal pilar sobre o qual assenta, atualmente, o regime do presidente.
O Partido Comunista e o partido nacionalista LDPR obtiveram, respetivamente, 14,2% e 10,7% dos votos.
Estas eleições legislativas — as primeiras desde o início da ofensiva de grande escala contra a Ucrânia, em 2022 — visam renovar os 450 lugares da Duma, a câmara baixa do Parlamento russo. Pela primeira vez, a votação decorreu também nos territórios da Ucrânia ocupados e anexados pela Rússia.
Maior ataque ucraniano
O último dia de eleições ficou marcado pelo maior ataque de sempre da Ucrânia contra Moscovo, envolvendo mais de mil drones.
O presidente ucraniano reivindicou, no X, um ataque a “um dos complexos petrolíferos chave da Rússia e instalações logísticas do agressor”.
O ataque atingiu uma refinaria e zonas residenciais, provocando vários incêndios. Pelo menos duas pessoas morreram e cerca de vinte ficaram feridas, segundo as autoridades russas.
Um drone ucraniano atingiu também um autocarro na região de Kherson, região do sul da Ucrânia sob controlo russo, matando duas pessoas — incluindo uma funcionária da Comissão Eleitoral.
O Ministério da Defesa russo prometeu “continuar a intensificar” os seus ataques com "armas de alta precisão contra alvos militares em Kiev", em resposta a estas investidas.
c/agências
O resultado já era esperado, visto que o único partido abertamente contra a guerra, o Labloko, foi impedido de concorrer pelo Supremo Tribunal russo.
Contra o partido Rússia Unida, de Putin, foram autorizados a concorrer os comunistas do KPRF, os nacionalistas do LDPR, os conservadores do Rússia Justa e os liberais do partido Novas Pessoas. Todos, em diferentes graus, secundam a guerra na Ucrânia, principal pilar sobre o qual assenta, atualmente, o regime do presidente.
O Partido Comunista e o partido nacionalista LDPR obtiveram, respetivamente, 14,2% e 10,7% dos votos.
Estas eleições legislativas — as primeiras desde o início da ofensiva de grande escala contra a Ucrânia, em 2022 — visam renovar os 450 lugares da Duma, a câmara baixa do Parlamento russo. Pela primeira vez, a votação decorreu também nos territórios da Ucrânia ocupados e anexados pela Rússia.
Maior ataque ucraniano
O último dia de eleições ficou marcado pelo maior ataque de sempre da Ucrânia contra Moscovo, envolvendo mais de mil drones.
O presidente ucraniano reivindicou, no X, um ataque a “um dos complexos petrolíferos chave da Rússia e instalações logísticas do agressor”.
O ataque atingiu uma refinaria e zonas residenciais, provocando vários incêndios. Pelo menos duas pessoas morreram e cerca de vinte ficaram feridas, segundo as autoridades russas.
Um drone ucraniano atingiu também um autocarro na região de Kherson, região do sul da Ucrânia sob controlo russo, matando duas pessoas — incluindo uma funcionária da Comissão Eleitoral.
O Ministério da Defesa russo prometeu “continuar a intensificar” os seus ataques com "armas de alta precisão contra alvos militares em Kiev", em resposta a estas investidas.
c/agências